| Procissão do Fogaréu 2011 |
|
INFORMAÇÕES SOBRE A EXCURSÃO DA PROCISSÃO DO FOGARÉU 2011 Cidade de Goiás A Procissão do Fogaréu é uma tradicional procissão católica realizada anualmente na cidade de Goiás, na quarta-feira santa. OBJETIVO DA EXCURSÃO: Divulgar as manifestações culturais e as cidades turísticas do Estado de Goiás, através da experiência de vivenciar junto com o povo goiano. Data: 20 de Abril de 2011 Horário de saída: 18h30 Local de partida: Praça Cívica – Monumento das 3 Raças Horário de retorno: Após o evento Local de chegada: Retorno Domiciliar*. *Somente para localização dentro da cidade de Goiânia. VALOR INDIVIDUAL R$100,00 (cem reais) PAGAMENTOS: - Deposito bancário identificado com o nome do cliente ou encaminhar comprovante de deposito para e-mail ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ): ARARAÚNA Turismo e Negócios Ltda Banco Itaú Agência: 4319 Conta Corrente: 17130-4 - Pagamentos no Escritório: Av.85, n.1760 – Sala 204,Galeria Marista Center Mall, Setor Marista - Goiânia - Goiás 74.160-015 INCLUSO:
*Somente para localização dentro da cidade de Goiânia. NÃO INCLUSO:
Quem Somos Dados da Empresa: Nome: ARARAÚNA Turismo e Negócios Ltda CNPJ: 09.602.976/0001-09 CADASTUR: 09.020839.10.0001-8 Contatos: (62) 3932-2277 / 7813-5744 ID: 97 * 37070 E-mail / MSN: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. SKYPE: contatoararauna.turismoenegocios Sócia Fundadora: AGORA – Associação Goiana de Turismo Receptivo INFORMAÇÕES SOBRE A PROCISSÃO DO FOGARÉU: A procissão encena a prisão de Jesus Cristo e tem início às 0:00 da quarta-feira santa, com a iluminação pública apagada e ao som de tambores, à porta da Igreja da Boa Morte, na praça principal da cidade. Os penitentes, vestidos em indumentária especial e representando soldados romanos, seguem então para a escadaria da Igreja de N. S. do Rosário, onde encontram a mesa da última ceia já dispersa. Em seguida, avançam na direção da Igreja de São Francisco de Paula, que simboliza o Monte das Oliveiras, onde se dará a prisão de Cristo. Este é representado por um estandarte de linho pintado em duas faces, obra do artista plástico oitocentista Veiga Valle no sec. XIX. Nesta cerimônia, o único ato litúrgico, é a homilia realizada pelo Bispo Diocesano, no pátio da Igreja de S. Francisco. Após a homilia, a procissão continua até o ponto de origem, encerrando. Musicalidade. Durante a procissão são cantados três peças dos Motetos dos Passos, no início (Exeamus), na parada do Rosário (Domine) e após a prisão do Cristo (Pater). Também aparece a fanfarra, com tambores tocando marchas rápidas. A fanfarra foi introduzida por volta de 1965 para se conseguir silêncio. Antigamente, em seu lugar havia toques esporádicos de uma “buzina”, chifres de boi semelhante a um berrante. No momento da prisão do Cristo, também se ouve o toque de um clarim, executado por um farricoco. Aspectos folclóricos e curiosidades. A cerimônia é rica em detalhes e beleza plástica. As figuras encapuzadas remontam as cerimônias espanholas, mais especificamente as de Toledo e Sevilha e ao período da inquisição. A escuridão, as tochas, a rapidez e os encapuzados, criam um clima medieval assustador e excitante de beleza ímpar. A Supertição A superstição também está presente. Acreditava-se que o demônio estava solto pelas ruas da cidade nesta noite, aterrorizando a todos e principalmente as crianças que iam para a cama mais cedo. Originalmente, desta cerimônia só era permitido participar os homens. Outras crendices também fazem parte, relacionadas com a presença de lobisomem e mula-sem-cabeça, principalmente na zona rural. Outro detalhe digno de nota está relacionado ao estandarte que representa o Cristo, pintura que vai até a altura do abdóme. Originalmente era uma peça inteira. Conta-se que descosturava-se a parte inferior do tecido e introduzia-se uma tábua entre as faces ventral e dorsal, mantendo-se numa forma fixa ereta semelhante a um corpo humano. A ação de traças destruiu a parte inferior. O estandarte original hoje encontra-se exposto no Museu de Arte Sacra. O utilizado na procissão é uma réplica pintada pela artista Maria Veiga, descendente de Veiga Valle. Fonte: GC&VB
|
