Atrativos

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

Construída originalmente em taipa-de-pilão entre 1727 e 1732, é considerada o maior e mais antigo monumento histórico-eclesiástico do Estado de Goiás.

Igreja de Nosso Senhor do Bonfim

É uma das mais tradicionais igrejas católicas da cidade, dedicada ao Senhor do Bonfim.
Construída em taipa-de-pilão entre 1750 e 1754, por iniciativa particular do Sargento-mor Antônio José de Campos.
Ainda preserva em seu interior elementos artísiticos originais. A imagem de Nosso Senhor do Bonfim veio de Salvador para Pirenópolis, através de um comboio com 264 escravos.
Em 1887 foi restaurada para pior, com a introdução do estilo neogótico, mas em 1937 voltou a aparência primitiva, mas ao mesmo tempo pondo fim a pintura do teto e das paredes do altar-mor, onde se podia ver todas as estações do calvário e os florões recortados nos barrados das paredes.
Típica igreja colonial portuguesa, com duas torres sineiras laterais, a Igreja do Bonfim de Pirenópolis chama a atenção por suas dimensões e pela posição de destaque na elevação onde foi instalada.
A construção se encontra em sua forma original. Em seu interior, possui três altares e mesma simétrica distribuição da Matriz, com nave, coro, arco cruzeiro e capela-mor. Encontra-se na parede do lado do evangelho (lado direito) um púlpito de tábuas lisas enfeitado com ornamentos de talha.
Possui 03 (três) altares, o altar-mor de caprichada talha e 02 (dois) laterais, junto ao arco-cruzeiro muito simples. O curioso no Altar-mor é a presença de uma porta no nicho principal, que pode ser aberta, e fechada vendo-se pintado em suas folhas o Cristo Crucificado, com a paisagem de Jerusalém ao fundo. Diz a tradição: quem olhar nos espelhos presente dentro do nicho e não encontrar seu reflexo, morrerá rapidamente, por esse motivo os pirenopolinos nunca olham neste espelho.
A Igreja possui 4 sinos, entre os mais antigos de Goiás: 1 de 1756; 2 de 1803; fundidos por Manoel Cotrim, famoso fazedor de sinos na época; e 1 de 1865 com selo imperial e excelente som.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Museu de Arte Sacra

Construída em 1750, por iniciativa particular de Antônio Rodrigues Frota, para servir de capela particular dedicada, a princípio, a Nossa Senhora das Mercês. Possui em seus interior belos elementos artísticos do século XVIII. Em 07 de outubro de 2009, a Igreja foi aberta e inaugurado o Museu de Arte Sacra. Em seu interior podemos encontrar diversos objetos de culto, sinos, altares, imagens e painéis educativos. Com destaque para os túmulos dos construtores Luciano Nunes Teixeira e seu genro Antônio Rodrigues Frota, e as imagens de Nossa Senhora do Carmo, a de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e a da Boa Morte da Lapa, que compunham os alteres-mor das extintas Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e da Igreja da Boa Morte da Lapa dos Homens Pardos e Pretos Fôrros.

Casa de Câmara e Cadeia

Este prédio, considerado monumento histórico do acervo de Pirenópolis, apesar de não ser do período colonial, foi construído em 1919 como réplica do original que existia ao lado da Igreja Matriz. Até 1999, o robusto sobrado, por incrível que pareça, ainda funcionava como Casa de Câmara e Cadeia, onde no pavimento superior estava instalada a Câmara Legislativa Municipal e no inferior a Cadeia Pública.

Por causa do péssimo estado que se encontrava o prédio varias reformas foram feitas como, por exemplo, o acesso ao pavimento superior foi modificado, ao invés da entrada exter

na, lateral, como uma íngreme escada de madeira sem corrimão, como havia, foi substituída a porta externa por janelas com grades e uma escada de madeira menos íngrime com corrimão de ferro. A novidade é um rústico elevador, justa exigência legal para portadores de deficiências e idosos.

Teatro de Pirenópolis

Construído no final do século XIX e início do século XX, em 1899, por iniciativa particular, foi totalmente reformado em 2000 e hoje está aberto para shows, recitais, peças e espaço para eventos. É um dos mais importantes teatros do Brasil.

Ao ser inaugurado, superlotando o salão, os espectadores prestigiaram a encenação da peça "O Judeu", de Antônio Manuel, encenada por pirenopolinos, dando inicio a fase áurea do Teatro, sendo mais de quarenta peças ali encenadas. Em 1916, a Câmara Municipal que contribuiu com a construção do edifício, decidiu anexar-o ao Patrimônio Municipal, movendo ação judicial que lhe foi negada. Como as peças costumavam levar várias horas com os previsíveis imprevistos, e os espectadores levavam refeições, doce, café, água, biscoitos, chá,vinho, e levavam colchões para as crianças. A 1945, passou a funcionar como cinema, sendo ainda serraria, fábrica de móveis e comércio, virando bar, garagem e armarinho. Em 1980 o Governo do Estado adquiriu o prédio restaurando e inaugurando em 1984, reabrindo e funcionando até 1997 quando foi interditado, sendo sua inauguração em 1999. Em 2009 passou por reparos sendo no seus fundos criado o Entroncamento Cultural, ligando ao Cine Pireneus.

Cine-Pireneus

Construído em 1919, originalmente em estilo neo-clássico, como teatro, foi reformado em 1936 no estilo art-decô, para funcionar como cinema.

Ponte sobre o Rio das Almas

Construída em 1750 por Antônio Rodriguês Frota, para ligar o centro a sua residência (bairro do carmo, naquela época existia somente a Igreja do Carmo e um ''Castelo'' Assobrado). Supostamente a ponte atual é a tarceira ponte neste local. A primeira como reza a tradição foi levada por uma enchente, restando semente uma metade dela (Pirenópolis tinha o nome de Meya Ponte devido a esse acontecimento, em 1890 Meya Ponte passou a ser Pirenópolis que significa Cidade dos Pireneus). A segunda, ruiu, pois estava em péssimas condições, e um caminhão cheio de madeira que seria restauração, quebou-a. A atual tem base de preda. É possível ver no local, a base da ponte antiga.

Construída em 1946, no mesmo estilo da antiga, que era toda de madeira, é ponto de visitação pela beleza do lugar. Abaixo dela, um balneário público.

Museu Rodas do Tempo

Rodas do Tempo é a realização de um sonho de quem, por mais de trinta anos, procurou resgatar e restaurar veículos antigos motorizados de duas rodas. São motocicletas, bicicletas motorizadas, scooters e veículos com mais de duas rodas que possuem motorização de motocicleta ou scooter.

Museu da Família Pompeu

Casarão do sec. XVIII, construído pelo Comendador Joaquim Alves de Oliveira, museu particular onde encontramos utensílios e artefatos do cotidiano colonial e pode ser vista boa parte da história da cidade.

Praça do Coreto Coronel Chico de Sá

Entre os anos de 1743 e 1757, foi edificada a Capela Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída, após enormes sacrifícios e rios de suor, num período de quase três lustros, quando esplendiam as Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte. O Santuário foi à obrada fé simples de milhares de escravos, era de estilo colonial genuíno.

Durante mais de 100 anos, a Capela de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos possuiu uma torre, apenas uma, do lado do poente. Em 1870, levantaram apenas a outra torre, oposta a primeira. Nessa ocasião, foram realizados trabalhos de restauração, após ser a mesma arrasada, em 1944, por ordem religiosa superior, foram repartidos entre as igrejas existentes na cidade.

Com apoio de parcerias foi possível realizar a revitalização da Praça Coronel Chico de Sá, e hoje em dia a praça tem uma melhor utilização do coreto que agora abriga um memorial da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

Ruas comerciais e turísticas

O comércio em Pirenópolis é bem descentralizado, somente duas ruas contrariam essa premissa: Rua do Rosário e Rua do Bonfim. Rua rui Barbosa.

  • Rua do Rosário - Também conhecida como Rua do Lazer, possui variedade de lojas e restaurantes.
  • Rua do Bonfim - Rua com muitos bares, restaurantes e sorveterias.